Construa um caminho completo até o contato
A pessoa pode descobrir a empresa em um lugar e decidir contratar depois de visitar outros. Os canais precisam contar a mesma história.
Páginas por serviço e conteúdo útil ajudam a empresa a aparecer quando existe intenção.
O site concentra informações, projetos, serviços e formas de contato.
Instagram e Facebook reforçam atividade e familiaridade.
Uma base própria permite falar novamente com quem autorizou ou mantém relação adequada com a empresa.
Escolha canais de acordo com o tipo de venda
Nem todo negócio precisa do mesmo mix. Serviços locais, vendas consultivas e produtos de baixo valor têm jornadas diferentes.
Google, site e avaliações costumam ter peso alto.
Conteúdo, cases e email ajudam a nutrir uma decisão mais lenta.
Relacionamento com clientes existentes pode valer mais do que aquisição contínua.
A confiança e a clareza do processo tornam-se ainda mais importantes.
Não confunda audiência com oportunidade
Seguidores e visitas podem crescer sem gerar receita. Defina ações que representem avanço real no funil.
É uma conversão mais próxima da venda.
Pode alimentar futuras campanhas e follow-up.
Sinaliza intenção comercial maior.
Usuários recorrentes podem estar amadurecendo a decisão.
Antes de escolher canais, entenda como seu cliente compra
A internet oferece dezenas de canais, mas uma pequena empresa raramente precisa de todos. O primeiro diagnóstico é entender se o cliente procura ativamente pelo serviço, precisa ser educado antes de comprar, decide por confiança local ou compra por recorrência.
Se as pessoas pesquisam o serviço no Google, páginas comerciais e SEO têm grande importância.
Portfólio, avaliações, site e presença social ajudam a reduzir risco.
Email e conteúdo permitem manter contato durante uma decisão que não acontece no primeiro acesso.
Informações de localização, área atendida, telefone e presença local precisam ser consistentes.
Exemplo: empresa que depende só de indicação
Uma empresa pode viver de indicação e ainda usar a internet para aumentar a conversão dessas indicações. Quem recebe o nome costuma pesquisar a marca antes de ligar. Um site claro, perfis organizados e portfólio real ajudam a transformar uma indicação informal em contato. Depois, conteúdo e Google podem começar a gerar demanda que não depende de indicação.
O que fazer na prática
Site, domínio, email, perfis sociais e páginas de serviço precisam estar corretos.
Por exemplo, Google + parcerias ou Google + redes. Não tente operar cinco frentes de uma vez.
Use uma página específica e um formulário para saber de onde vêm os contatos.
Quando houver relação adequada, use email e pós-venda para não depender apenas de novos leads.
- Você sabe de onde vêm os clientes atuais?
- Existe uma página para cada serviço importante?
- Os perfis oficiais estão organizados?
- Há mecanismo de captura de contato?
- Você mede lead e venda por origem?
- Clientes antigos recebem algum acompanhamento?
Erros que atrapalham
- Abrir muitos canais e abandonar todos.
- Comprar seguidores ou listas.
- Mandar todo tráfego para a home.
- Medir apenas curtidas e visualizações.
O que acompanhar
- Leads por canal
- Custo por lead quando houver mídia
- Conversão em orçamento
- Conversão em venda
- Receita por origem
Quer aplicar isso na presença digital da sua empresa?
A Frente Comercial cria sites, organiza presença no Google, cria Instagram + Facebook e inclui configuração inicial de email marketing nos planos.
Dúvidas sobre este assunto
Qual canal traz mais clientes?
Depende do negócio e do momento da compra. O ideal é medir contatos e vendas por origem, não escolher com base em moda.
Preciso postar todo dia?
Não necessariamente. Consistência e utilidade são mais importantes do que uma frequência que a empresa não consegue manter.
Email marketing ainda funciona?
Pode funcionar muito bem para relacionamento e recorrência quando a base é legítima e a mensagem tem relevância.