Antes de refazer tudo, vale descobrir o que realmente precisa mudar.
A avaliação começa pela estrutura atual. O objetivo é separar o que ainda funciona do que está atrapalhando a apresentação, a navegação ou o contato com o cliente.
Nem todo site antigo precisa ser jogado fora.
Dependendo da tecnologia, do conteúdo e da condição atual, pode fazer sentido aproveitar parte do que existe. Em outros casos, insistir na estrutura antiga custa mais tempo e limita o resultado. Essa diferença é explicada antes de qualquer contratação.
Uma leitura prática do site atual.
Se o site se adapta bem, se os menus funcionam e se o visitante encontra o que procura sem esforço desnecessário.
Se está claro o que a empresa vende, para quem e qual é o próximo passo esperado do visitante.
WhatsApp, formulário, telefone, mapa ou agendamento precisam aparecer nos pontos certos da jornada.
Títulos, páginas, URLs, velocidade, rastreamento e outros elementos que interferem na experiência e na presença nos mecanismos de busca.
Fotos, projetos, informações, localização e demais elementos que ajudam o cliente a acreditar no que está vendo.
Melhorar ou reconstruir?
A base está saudável.
Se a tecnologia, o domínio e a estrutura permitem evolução, o projeto pode concentrar esforço em conteúdo, navegação, visual e conversão.
A estrutura virou o problema.
Quando limita celular, velocidade, conteúdo, segurança ou manutenção, explicamos por que uma reconstrução pode ser mais eficiente antes de apresentar o escopo.
Quer que a gente olhe o site que você já tem?
Envie o endereço pelo formulário da Frente Comercial e explique o que hoje mais incomoda ou o que você quer melhorar.